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quinta-feira, 27 de maio de 2010

CULTURA NEGRA

RESISTÊNCIA e IDENTIDADE
I parte: Um jeito de ser..
Poucos sabem que hoje o Brasil é o segundo pais em população negra, atras epenas de um pais africano. Esse numero alto de negros foi causado principalmente pela escravidão infelizmente. Os negros foram trazeidos para a mão-de-obra de trabalhos manuais e pesados pelos portugueses que aqui começaram a colonização. Eles eram trazidos do continente Africano de maneira cruel, vinham em navios negreiros dentro de porões, e com a péssima condições muitos morriam durante a viagem. Quando chegavam eram comprados por fazendeiros e senhores que os tratavam de forma cruel e desumana. Essa prática que durou aproximadamente 300 anos gerou uma identidade negra no Brasil ( afro-brasileira ou americana) que poucos sabem. Muitas coisas que temos aqui vieram com eles no começo desse desrespeito essa herança deixada encontra-se na culinaria, folclore, dança, musica, religião, costumes e etc.
A culinária brasileira tem grande influência negra a feijoada é considerada um prato tipicamente brasileiro e teve inicios nas senzalas, é a mistura da europeia, indigena e principalmente africana. Outros também são o acarajé, vatapá, muqueca e o azeite-de-dendê. Muitos dos abjetos usados na culinaria vieram de lá como Alcione mostrou, um deles é a famosa culher de pau.
A música negra aqui teve que ser feita escondida pois os senhores nao permitiam porem hoje ela é uma das mais populares: Samba, maracatu, ijexá, coco, jongo, carimbó, lambada e maxixe. Essas influências vieram da Africa Subsaariana onde possuia mais de 800 tipos de tribos diferentes. Muitos instrumentos são mencionados como brasileiro mas na verdade sao de origem africana como o afoxé, agogô, atabaque, berimbau, tambor e xequerê.
A capoeira era uma luta com movimentos que enganassem seus adversarios, mas diziam aos senhores que era apenas uma dança para que pudessem praticar. Hoje ela está mais popularizada e é usada como arte e proteção pessual.
A religião tambem tem grande infuência negra, os escravos eram obrigados e seguir o catolicismo entao seus cultos eram feitos escondidos e continuavam a seguir seus orixás. Algumas dessas sao: Candomblé, Macumba, Quimbanda, Tambor de Mina, Ubanda.
Com toda essa herança o que mais receberam em troca foi o preconceito, a escravidão em papel acabou, mas até hoje vemos e convivemos com os reflexos de um passado doloroso pra toda essa nação. De que se deu tanto trabalho, luta sofrimento para que no final o que reste seja um feriado, onde ficou a valorização e o respeito? O que o jeito de ser desses heróis somou pra humanidade? Se tiver somado, onde está o resultado?
Ana Luiza Mendonça Figueiredo Nº 03 SÉRIE: 8ª A

segunda-feira, 24 de maio de 2010


SALVE 13 DE MAIO?

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.

Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

E enquanto essa aboliçao ao ocorria completamente os escraos que hoje fazem parte de nossa população sofriam e continuavam a sofrer constantemente com as puniçoes pela preguiça, desobediência e erros eram castigados da piores maneiras a da mais cruel desde a palmatoria e chicotes até os mais violentos que eram dados puplicamente para servirem de exemplo, os instrumetos usados alem de serem usados para suplica-los tambem eram para lhe causarem humilhaçao.

Apesar dessa severidade muitos dos escravos tentavam fugir e eram perseguidos pelos capitães do mato ou capitães do campo que os procuravam pela remueraçao ou recompensa dada a esses homens. Esses escravos costumavam ir para colombos um bem cohecido foi o colombo dos palmares.

Mais tarde A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.


Então em 13 de maiode 1888, o governo imperial rendeu-se às pressões e a princesa Isabel de Bragança assinou a Lei Áurea, que extinguiu a escravidão no Brasil. A decisão desagradou aos fazendeiros, que exigiam indenizações pela perda de "seus bens". Como não as conseguiram, aderiram ao movimento republicano. Ao abandonar o regime escravista, o Império perdeu uma coluna de sustentação política. O fim da escravatura, porém, não melhorou a condição social e econômica dos ex-escravos. Sem formação escolar ou uma profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não mudou sua condição subalterna nem ajudou a promover sua cidadania ou ascensão social.


TEXTO OPNATIVO:

Realmente essa lei foi muito importate para nossa historia ja que ela " acabou" com a escraidão, porem sabemos e vemos que isso só esta no papel em alguns lugares que essa escravatura ainda cotinua acontecendo com negros, crianças, etc. Mas nao podemos dizer que ela nao nos beneficiou em nada ja que houve sim uma grande diferença desde que essa lei foi assinada e isso foi um grande passo, que moveu outros paises.

Outra perguta e afirmaçao que vem junto dela é se esses ex-escravos tiveram moradia, se tiham o que fazer para sobreviver e se sustetar, se teve alguma ajuda, para onde eles foram o que fizeram, como fizeram e onde eles chegaram?
Sabemos apenas que muitos foram "tentar a vida" nas cidades; tentâme aquele que consistia em: aguardente aos litros, miséria, crimes, enfermidades e morte prematura. Dois anos depois do decreto da lei, talvez metade do novo elemento livre havia já desaparecido! Os fazendeiros dificilmente encontravam "meieiros" que das lavouras quisessem cuidar.

Os que restaram e nao foram poucos iam tentando sobreviver e moravam onde podiam e quase sempre faziam suas casa em morros casas de madeira e/ou muito pobres dai veio a "DA SENZALA À FAVELA"... A maior parte deles ficaram no que hoje é o Rio de Janeiro ou Bahia onde 70% sao negros e os 30% ao são totalmente brancos pois tem descendentes. La tambem ode tem uma grande junção de religiões africanas afro-americaas como o cadomble, ubanda e outras.


Ana Luiza M. Figueiredo Nº 03 8ª A

quarta-feira, 12 de maio de 2010

1ª de março... dia internacinal do trabalho ou trabalhador

Comemoração ou Luto?


Como e por que essa data foi escolhida e é lembrada? Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da Améria.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA . No dia 3 de maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolra de Heymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objetivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de abril de 1919 o senado fracês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

No Brasil do início até hoje:

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Hoje...

O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1ª de maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países.


Ana Luiza Mendoça Figueiredo Nº 03 8ª A